O Rapto - Parte 9

O Rapto - Parte 9 – (13/11/1983)

 

Vamos orar? Pai celestial, estamos muito alegres por estarmos aqui em Tua casa que Tu preparastes para nós. Somos gratos por isto, e queremos apenas expressar nossa apreciação de que podemos vir juntamente como filhos de Deus – esperançosamente, Senhor, como uma parte da Primeira Ressurreição e confiamos de que estamos pela graça, e não por qualquer outro meio – porque em nós mesmos, de nós mesmos, não temos qualquer esperança, pois éramos ovelhas que estavam desgarradas. Porém agora debaixo do Pastor Maior, Senhor, cremos que somos conduzidos de volta e que estamos prontos para ir para aquele Reino o qual está preparado para nós, o qual tudo isso é pela graça. E somos gratos por isto.

Agora ajude-nos a manter a atitude de adoração e respeito voltado a Ti em amor, oh Deus, do fundo de nossos corações, para que possamos ser um Contigo e um para com o outro por causa do poder do Espírito Santo na Palavra a qual está posta diante de nós, porque não declararíamos isto exceto por Tua Palavra e de que esta é a hora para Ela. Cremos assim e encomendamos a nós mesmos para Ti. Em Nome de Jesus. Amem.

(...)

Agora estamos no assunto sobre “O Rapto”, e tivemos que por algum tempo ir para trás da última vez. Fomos até a página 19, e depois vocês voltaram por volta da página 14... voltaram para página 17. E eu pensei que fosse muito bom que vocês considerassem que existem tantas coisas para se olhar. Agora esta doutrina do Rapto, esta mensagem que o irmão Branham pregou, foi pregada no dia 4 de dezembro de 1965. Creio que vocês estão bem cientes do fato de que esta é a última mensagem doutrinal que o irmão Branham pregou. E vamos encarar isto, esta mensagem lida com os últimos momentos que você e eu teremos sobre a terra e de que seremos capturados até algo que é fenomenalmente diferente. O Rapto literalmente encerra tudo para a Noiva gentia e a coloca em um novo mundo no qual ela será acomodada para a devida Ressurreição.

Agora, eu diria que esta mensagem que o irmão Branham pregou é a sua mensagem final porque não houve nenhuma que seguiu depois dela que fosse (...) pertinente comparado com a magnitude desta mensagem. Esta é a última mensagem. Esta é a doutrina. Agora em outras palavras, você descobrirá que todo mundo entende muito bem, especialmente pregadores, e de que algumas pessoas captam isto mais rápido do que as outras, (...) e imediatamente as pessoas estavam observando a cronologia. E em sua observação da cronologia, me pergunto se eles captaram que isto foi o ápice da cronologia, porque não havia mais o que pregar depois disso, porque uma vez que você chega à Ressurreição, não há lugar para onde você possa ir. Daquele lugar você não tem livre-arbítrio até onde eu sei. Você está debaixo da completa vontade do Deus Todo-Poderoso, de modo que você tem um livre-arbítrio e ao mesmo tempo você não tem um livre-arbítrio, porque a outra vontade sumiu completamente. Você está em algo inteiramente diferente.

Então esta mensagem que o irmão Branham pregou sobre o Rapto é a culminação de todas as mensagens. Esta é a maior mensagem que ele pregou. Esta é a mensagem que todas as outras mensagens estavam conduzindo para cima. Este é o clímax da qual todas as eras estavam conduzindo para cima. Então você pode ver que esta é uma mensagem mui tremenda.  E vamos voltar para trás para a página 14 outra vez. Indo exatamente como... O irmão Branham tinha Jó sobre o monte de cinza até que as pessoas disseram: “Quando você irá se livrar dele?”. E você diz: “Quando você irá nos livrar da página 14?”. [A congregação ri – Trd.] Eu não sei. Eu sairei dela, porém depois eu poderia voltar a ela.

(...)

O irmão Branham disse:

Você sabia que está predito que a igreja protestante e a católica, nos últimos dias, estariam cegas, a mesma coisa, às Escrituras, com Cristo do lado de fora, tentando entrar?

Agora, isso é o que ele está dizendo aqui: no último dia, você realmente obtém a parte final da repetição do que sempre tem se passado no decorrer das eras. Deixa-O entrar, chuta-O para fora; deixa-O entrar, chuta-O para fora; deixa-O entrar, chuta-O para fora; deixa-O entrar, chuta-O para fora – até que um dia Ele fica cansado.

(...)