Tu Crês Nisso?

13/08/2019 00:00

 

Tu Crês Nisso? (15/01/1950) §§ 32-33, Houston, Texas, EUA.

E as pessoas que passam na rua, costumavam, ora, nós agarrávamos a mão um do outro e apertávamos as mãos assim dizendo: “Como vai você, irmão?”. E hoje quando eles passam na rua, eles dão um pequeno sorriso bobo, jogam sua cabeça para cima no ar. Oh, que coisa. Não é de se admirar que o amor se foi. Eu desprezo aquele velho alguém que sente que eles são maiores que algum outro. Depois de tudo, você tem seis pés de terra. Isso é tudo que você é. Isso mesmo. Todo mundo. Há não muito tempo atrás, eu estava de pé em um museu. Há uma foto de um homem lá, de sessenta e oito quilos. E ela – ela dá uma análise dos produtos químicos do seu corpo. Ele vale oitenta e quatro centavos. Isso é tudo que um homem de sessenta e oito quilos vale, oitenta e quatro centavos. Mas ele terá a certeza de colocar um chapéu de dez dólares naqueles oitenta e quatro centavos e acha que ele é algo grande. Isso mesmo. Uma mulher envolverá aqueles oitenta e quatro centavos em um casaco de pele de cem dólares e não falará com a metade de seus vizinhos. Qual é o problema? O amor de Deus leva você a algum lugar. [A audiência aplaude – Trad.] É isso mesmo. O que é isso? Ainda são oitenta e quatro centavos. Você vai cuidar disso, tudo bem. Mas essa alma vale dez mil mundos, você deixará qualquer coisa ser empurrada abaixo dela. Isso mesmo. Essa é a verdade.